MISSÃO CUMPRIDA
Os arquitetos Garibaldi Rizzo e Mirian Moema estiveram (17/07) em Trindade para acompanhar a entrega da casa para a Dona Geralda. O projeto foi todo doado pelo SARQ/GO, assim como os materiais de construção (Tend Tudo) e móveis (Novo Mundo).
A TV Anhanguera registrou tudo, da emoção do recebimento do imóvel a um improvisado "parabéns".
Confira a reportagem exibida:
LINK DA REPORTAGEM COMPLETA:
http://g1.globo.com/videos/goias/jatv-1edicao/t/edicoes/v/concluida-obra-em-casa-de-idosa-de-107-anos-em-trindade/3506497/
segunda-feira, 21 de julho de 2014
CARTA SINDICAL
Estimados colegas Arquitetos e Urbanistas,
Com muita satisfação apresento a todos o mais importante documento sindical: a certidão da Carta Sindical do SARQ/GO, expedida pelo Ministério do Trabalho. É a comprovação de nossa legítima representatividade.
Cumprimos metade de nosso mandato, realizamos muito, mas muito ainda tem que ser feito.
Foram nossas conquistas:
1- regularidade sindical.
2- regularidade financeira e fiscal juntos aos órgãos públicos federais, estaduais e municipais.
3- política eficiente de comunicação.
4- sede e mobiliário.
Ainda temos muitos projetos para realizar, por isso precisamos da participação de vocês, construindo assim um Sindicato forte e atuante.
Obrigado,
Garibaldi Rizzo
Presidente do SARQ/GO
BAIXE O ARQUIVO (Carta Sindical) DIRETAMENTE NO CAMPO DE DOWNLOADS DE NOSSO SITE:
http://www.sindarqgoias.com.br/
Estimados colegas Arquitetos e Urbanistas,
Com muita satisfação apresento a todos o mais importante documento sindical: a certidão da Carta Sindical do SARQ/GO, expedida pelo Ministério do Trabalho. É a comprovação de nossa legítima representatividade.
Cumprimos metade de nosso mandato, realizamos muito, mas muito ainda tem que ser feito.
Foram nossas conquistas:
1- regularidade sindical.
2- regularidade financeira e fiscal juntos aos órgãos públicos federais, estaduais e municipais.
3- política eficiente de comunicação.
4- sede e mobiliário.
Ainda temos muitos projetos para realizar, por isso precisamos da participação de vocês, construindo assim um Sindicato forte e atuante.
Obrigado,
Garibaldi Rizzo
Presidente do SARQ/GO
BAIXE O ARQUIVO (Carta Sindical) DIRETAMENTE NO CAMPO DE DOWNLOADS DE NOSSO SITE:
http://www.sindarqgoias.com.br/
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Artigo publicado dia 28/06/2014 no Diário da Manhã
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| Leia a íntegra do artigo acessando: http://www.dm.com.br/jornal/#!/view?e=20140628&p=21 |
quarta-feira, 25 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
OS 10 MANDAMENTOS DE MARKETING PARA ENGENHEIROS E ARQUITETOS
"O livro
"Os pecados do Marketing na Engenharia e na Arquitetura" fala de
"pecados". Portanto, "erros". Se nos atrevemos a falar de
"certo" e "errado", precisamos estabelecer uma REFERÊNCIA de coisas certas. Por isso escrevemos esses
"10 Mandamentos de Marketing para Engenheiros e Arquitetos", que
servirão de base para "enquadrar" cada um dos pecados mencionados ao
longo do livro.
Vamos a eles:
1. Definir claramente uma LINHA DE PRODUTOS.
(Política de Produto)
Engenheiros e Arquitetos, pela formação e pelo
registro profissional, estão habilitados para atuar em serviços muito
diferentes. Um engenheiro civil, por exemplo, pode fazer desde projetos de
construção civil para residências de pequeno porte até consultoria técnica
especializada para obras pesadas como pontes e viadutos...
Muita gente, por falta de orientação, permanece por
muitos anos como um "faz tudo" (faz tudo mais ou menos). Nunca
consegue fixar uma imagem clara no mercado e, portanto, reduz as chances de
sucesso profissional.
2. Produzir serviços de qualidade compatível com o
nível de necessidades, exigências, desejos e disponibilidades dos clientes.
(Política de Produto)
"A regra é Clara": sem um produto de boa
qualidade não existe marketing de bons resultados.
Fazer um trabalho "mais ou menos" e achar
que ninguém vai notar é muita ingenuidade. Os nossos serviços devem ser bem
feitos e completos (com começo, meio e fim). Precisamos nos apresentar ao
mercado como uma opção de SOLUÇÃO COMPLETA e não apenas como PARTE DO PROBLEMA.
Também é importante observar que a qualidade do
produto não é uma coisa sem limite. Esse limite está determinado, entre outras
coisas, pela disposição que o cliente tem para pagar pelo que está demandando.
3. Atualizar-se permanentemente (Política de
Produto)
Você conhece um bom atleta que não invista muito do
seu tempo em treinamento. Para arquitetos e engenheiros treinamento significa
atualizar-se permanentemente. Participar de cursos, palestras, seminários,
congressos, feiras, convenções. Ler livros técnicos e gerenciais. Assinar as
revistas técnicas da sua área de atuação. Fazer pesquisas de Mercado. E, se
tiver talento e disposição, fazer experiências. Desenvolver teses
profissionais. Ousar, criar e fazer registro de resultados.
Essas práticas de "treinamento" é que vão
deixar o profissional de Engenharia ou de Arquitetura em "boa forma".
E sempre mais competitivo.
4. Definir preços compatíveis com o mercado a que o
produto se destina; Ter uma política de negociação de preços. (Política de
Preço)
Preço é um problema que precisa ser enfrentado com
profissionalismo. As dificuldades naturais da precificação de serviços tornam
essa tarefa ainda mais complicada. É preciso ajustar o preço do produto (e,
muitas vezes, isso implica fazer ajustes no próprio produto) ao tipo de mercado
que se quer conquistar.
Também é absolutamente fundamental ter uma política
de negociação de preços, definindo claramente a flexibilidade possível para
descontos, isenções, formas de pagamento e coisas assim.
5. Ser Disponível. Acessível (Política de Ponto
Comercial - Disponibilidade)
Engenharia e Arquitetura são duas profissões
essencialmente MÓVEIS. Isto significa que engenheiros e arquitetos não exercem
seu ofício em um ponto fixo (como normalmente acontece com um dentista, um
médico, um mecânico de automóveis ou um cabeleireiro).
Isso dá uma dimensão diferenciada à noção de PONTO
COMERCIAL quando aplicada ao nosso caso. Vai além do endereço físico do nosso
escritório. Inclui, certamente, todos os CANAIS DE COMUNICAÇÃO que nos permitem
manter os contatos com os clientes.
Ser disponível e acessível significa ter uma
política inteligente de utilização para cada um desses recursos como o
telefone, o fax, o celular, a internet, a secretária eletrônica, a caixa postal
de correio...
Entender cada um desses equipamentos como uma PORTA
aberta para o mercado nos dá a visão correta dos objetivos mercadológicos
(marketing) de cada um deles.
6. Escolher com critérios profissionais os
auxiliares; Dar treinamento adequado às pessoas que fazem parte da empresa
(Política de Pessoal)
Na Engenharia e na Arquitetura, pessoas são
elementos vitais. Prestar serviços implica relacionamentos pessoais e o cliente
avalia um engenheiro ou um arquiteto de forma muito subjetiva.
Muitas vezes, se ele não é bem atendido pela
secretária ou por um assistente, ele transfere esse DEMÉRITO diretamente para o
profissional. Então é preciso observar duas coisas: 1) Não se pode construir
uma organização de serviços vencedora sem treinamento constante das pessoas; 2)
Não adianta investir em treinamento se as pessoas que fazem parte da
organização foram mal selecionadas e não apresentam qualidades mínimas
necessárias.
7. Sistematizar os processos. Organizar a empresa.
Valorizar a Disciplina. (Política de Procedimentos)
Engana-se quem imagina a Arquitetura ou a
Engenharia como atividades em que a criatividade é tudo.
Criatividade é apenas um dos recursos necessários
(fundamentais) para o exercício dessas profissões. Grandes artistas e grandes
cientistas são muito criativos. Mas são também, via de regra, muito organizados
e disciplinados.
Um escritório de Engenharia ou de Arquitetura
precisa ser EXATO. As coisas precisam estar sempre no lugar. As informações
precisam ser acessíveis quando necessárias. As tarefas precisam ser cumpridas
no tempo e os resultados não podem ser aleatórios.
Portanto, investimentos em Organização e Disciplina
são fundamentais para o marketing de uma empresa de Engenharia ou de Arquitetura.
8. Fugir das Parcerias Inúteis. Fazer Parcerias
Produtivas. (Política de Parcerias)
A frase "diga-me com quem andas e eu te direi
quem és" define bem a importância da política de parcerias para o
marketing de uma empresa. Mas não diz tudo.
Por trás de uma boa política de parcerias, muito
mais do que construir uma boa imagem no mercado está também a possibilidade de
unir forças, compensar deficiências, reduzir custos, expandir horizontes de
atuação comercial... Benefícios e vantagens nada desprezíveis.
9. Divulgar a sua empresa e seu produto. Ter uma
política eficaz de vendas (Política de Promoção)
Serviços de Engenharia e de Arquitetura são
produtos de consumo restrito (não são produtos de consumo de massa). Isto
significa que as práticas e os recursos de promoção (publicidade e propaganda)
válidos para a maioria dos produtos podem não ser eficientes quando aplicados
ao nosso ramo de negócios.
Determinar uma política inteligente de promoção da
empresa ou do produto passa, necessariamente, por uma análise muito criteriosa
da relação custo/benefícios. O uso da mídia aberta (jornal, rádio, TV,
Revistas...) pode não ser a opção mais interessante.
Mídias alternativas precisam ser exploradas, como a
mala direta, os jornais corporativos, as revistas especializadas, a
participação em eventos, feiras e congressos, a atuação em Entidades de Classe
e outros recursos.
O processo de VENDA dos serviços também precisa ser
desenvolvido e aprimorado continuamente. Serviços de Engenharia e de
Arquitetura são produtos importantíssimos e de extrema utilidade, agregando
valor ao produto final e produzindo lucros para quem os compra. Mas costumam
ser produtos terrivelmente mal-vendidos.
10. Usar o Pós-Venda para provocar a propaganda
boca-a-boca (Política de Promoção e de Pós Venda)
A tal da "propaganda boca-a-boca" (na
verdade, comunicação interclientes) é, REALMENTE, a melhor e mais eficiente
forma de divulgação de produtos como serviços de Engenharia e Arquitetura. Mas
é preciso provocar o comentário positivo e é preciso, fundamentalmente, fazer
com que o tal elogio seja efetivo. Alcance resultados. Em outras palavras: é
preciso estimular o cliente satisfeito para que ele, efetivamente, fale bem do
nosso produto. E é preciso garantir que ele fale as coisas certas, que possam
convencer outras pessoas a procurar pelos nossos serviços.
Isso, definitivamente, não é uma tarefa fácil.
Porém, o profissional de Engenharia ou de Arquitetura que desenvolver essas
habilidades, obterá resultados fantásticos, com grande economia de
investimentos em propaganda e publicidade.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Artigo
Projetar é uma forma
de ver o que não existe e, a partir disso, construir. Desenhar projetos não é
coisa só de arquiteto, é coisa de todos nós.
Ver o que não existe
é próprio do ser humano. Olhamos um objeto, uma cena e juntamos a eles toda uma
interpretação.
O olhar humano é
projetivo, o que quer dizer que projetamos naquilo que olhamos todo um universo
de sentidos que já carregamos e que descarregamos sobre o que vemos.
Olhar objetivo não
existe para o ser humano.
Há somente o olhar
projetivo – que projeta o que tem aninhado nas nossas mentes e que se acopla
aos fatos e acontecimentos, fazendo deles outra coisa, adulterando-os ao nosso
bel-prazer ou segundo nossa capacidade.
O olhar projetivo
também – vejam só que coisa grandiosa – inventa projetos. Desenhamos projetos
quando olhamos algo e dele dizemos o que é.
É como um projeto de
arquiteto mesmo. Ao interpretarmo-lo, estamos desenhando o projeto e ao mesmo
tempo construindo-o. Somos arquitetos e pedreiros de nossa existência!
Aquela pessoa que
“vê” que o outro é sempre desonesto, por exemplo, vai distribuindo olhares de
desconfiança, desenhando o “projeto-desconfiança” que começa a atrair outros
olhares desconfiados. Acaba por atrair pessoas de fato não dignas de confiança
que se aproximam pelo cheiro conhecido.
Ou a pior e mais
frequente possibilidade: a pessoa desconfiada nem está cercada de pessoas
desonestas, mas como assim as vê, vai interpretando a realidade projetiva como
sendo a verdade e vai “vendo” até que não consegue ver as evidências, não
consegue ver mais nada fora da sua projeção. O mundo não lhe convence do
contrário. As evidências contrárias à sua “certeza” não são recolhidas e
reconhecidas e assim o seu mundo passa a ser a sua projeção.
Termina o ciclo e aí
o projeto virou construção.
Tem uma história
bastante ilustrativa que um amigo me contou de sua namorada. Ela,
superciumenta, tanto o atormentou dizendo que ele havia olhado para fulana ou
que beltrana estava olhando para ele que acabou por suscitar nele o interesse
pelas tais.
Não deu outra coisa:
o cara foi no caminho que ela projetou para ele e a história terminou em
traição – o que ela não queria, mas construiu através de seu olhar projetivo
que antecipava o acontecido. Ao me contar a história de décadas atrás, ele,
sorrindo, afirmava que aquela tinha sido a namorada perfeita, pois lhe
arranjara um monte de outras namoradas, despertando-o para possibilidades nas
quais ele nem tinha pensado. Foi a namorada que o despertou para o que só
existia para ela mesma e que, com o tempo, passou a existir para ele também.
Ao crer que algo é de
um jeito, ele já “começa a ser” mesmo.
Como no dizer de
Simone de Beauvoir, a maior filósofa francesa do século 20: “Quando pensamos
que não amamos, começamos a amar menos.”
Assim acontece.
Olhamos, vemos, interpretamos. Construímos a casa e entramos dentro para viver
nela.
É assim que o ser
humano cria a sua realidade subjetiva, o universo interno no qual ele vive com
todos os personagens que cria, pois a interpretação é dele.
Já tive várias
experiências de conhecer alguém descrito como, por exemplo, mal-humorado,
fechado, e que pude ver como espirituoso e divertido. Mas para aqueles que não
o viam dessa forma ele acabava se conformando à visão que tinham dele.
A visão do outro nos
aprisiona onde ele nos vê. Se não saltarmos fora, acabaremos por nos tornar
aquilo que o outro vê que somos.
A interpretação –
como vemos o que vemos – é o nosso modo de fazer o projeto com o qual
construiremos a nossa vida.
Projetamos o que está
dentro de nós e fazemos fora o que está dentro.
O olhar projetivo
também – vejam só que coisa grandiosa – inventa projetos. Desenhamos projetos
quando olhamos algo e dele dizemos o que é.
By Luciene Godoy
Enviado por Mariana S. D Pedrosa
quarta-feira, 4 de junho de 2014
SARQ/GO ajuda idosa de 107 anos a realizar um sonho
A idosa Geralda Benedita de Morais, de 107 anos, que conseguiu receber resíduos de sua aposentadoria após 23 anos de espera, está prestes a realizar o sonho de ter a casa reformada em Trindade, na Região Metropolitana da capital. A ação trabalhista de 1991 lhe rendeu R$ 11,4 mil, mas o valor não foi suficiente para fazer os reparos na residência. Ela pediu ajuda e algumas pessoas decidiram contribuir.
O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado de Goiás - SARQ/GO resolveu reforçar essa verdadeira cruzada em favor da Dona Geralda. O presidente da entidade,arquiteto Garibaldi Rizzo e a arquiteta Mirian Moema, diretora da entidade, doaram o projeto de construção da nova casa da idosa.
A obra foi iniciada na semana passada e a casa antiga já foi derrubada. De acordo com o presidente do SARQ/GO Garibaldi Rizzo, o imóvel será adaptado para receber a idosa, que usa uma cadeira de rodas. “Serão dois quartos, com forro em PVC e telhado em duas águas. Vamos obedecer a formação da casa antiga, para não distorcer o modo de vida dela”, explicou.
Com essa iniciativa, ainda segundo o arquiteto, fica evidente o caráter social e solidário do Sindicato.
No início da semana uma equipe de jornalismo da TV Anhanguera/Globo esteve em Trindade para fazer uma reportagem sobre a construção da casa da dona Geralda. Na oportunidade o presidente do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado de Goiás, Garibaldi Rizzo (foto abaixo) falou sobre os detalhes da obra e também comentou sobre a iniciativa do SARQ/GO em fazer a doação do projeto.quarta-feira, 28 de maio de 2014
VISITA AO SARQ-GO
Alunos do curso de Arquitetura da Universidade Estadual de Goiás visitaram ontem (27) a sede do SARQ-GO.
O presidente da entidade, Garibaldi Rizzo, avalia como promissora a visita. Pedro Henrique Gomes d'Avila, Francielly Alves Gonçalves e Amanda Monteiro dos Santos apresentaram algumas sugestões de parceria com o Sindicato e ouviram da presidência uma criteriosa explanação sobre a atuação do SARQ-GO.
"O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas de Goiás está de portas abertas para a comunidade acadêmica. Nosso projeto é envolver os alunos de arquitetura e urbanismo de todo o Estado em um projeto de revitalização do centro de Goiânia", comentou Garibaldi.
terça-feira, 20 de maio de 2014
Sarq-GO na mídiaO presidente do Sarq-GO concedeu entrevista para um jornal da Capital. A entrevista aconteceu aqui na sede do sindicato. A pauta: Revitalização do Centro de Goiânia.
"Aproveitamos a oportunidade de falar sobre algumas outras ações do sindicato, projetos que estamos em fase de estruturação e as expectativas de nosso segmento em relação aos destinos políticos de nosso Estado", disse Garibaldi.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
CAU/BR CONTESTA DISCURSO DE GLEISI HOFFMANN
O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil vem a público para lamentar e contestar o pronunciamento da senadora Gleisi Hoffmann, sobre a MP 630/13, feito na tribuna do Senado no último dia 09/05/14.
1. Em seu pronunciamento, a senadora comete diversos equívocos e inacreditável desconhecimento das responsabilidades técnicas dos arquitetos e urbanistas, revelando fragilidade de sua assessoria para a discussão de matéria da maior importância para o País. Reafirmamos que a MP 630/13 significa a transferência para as empreiteiras do dever do Estado de planejar e administrar de todas as obras públicas do País, por meio do Regime de Contratação Diferenciada (RDC), que possibilita a “contratação integrada” do empreendimento, o que compreende da elaboração dos projetos aos testes finais.
2. Somos contra a realização da licitação da obra sem que o projeto completo tenha sido feito com antecedência e contratado de forma independente da construtora. Em resumo, o que está em discussão é o momento em que o projeto da obra é feito e a quem cabe sua responsabilidade, assim como a velocidade para que tenhamos uma obra com qualidade.
3. Entre outras impropriedades, a senadora se contradiz ao dizer que “não é verdade que o Estado abre mão da qualidade do projeto”, para em seguida reconhecer que “quem vai ficar responsável pela obra é quem vai executá-la”.
4. A senadora afirma que um “anteprojeto de qualidade” basta para “dar a linha e dizer o que queremos daquela obra”. Um anteprojeto, por melhor que seja, não é elemento suficiente para dar início a uma obra. Tampouco o projeto básico. A qualidade quem garante é o projeto completo. Um anteprojeto não especifica, por exemplo, quais revestimentos serão utilizados; que tipos de esquadrias serão adquiridas; a profundidade e dimensionamento das tubulações etc. Detalhes essenciais para orçar corretamente uma obra, fixar seu prazo de execução e evitar as “correções” no curso da obra como ela reconhece serem usuais.
5. A senadora Gleisi Hoffmann confunde-se e desvia o foco das discussões, ao afirmar que cabe ao arquiteto fazer o anteprojeto ou projeto básico de uma obra e ao engenheiro o projeto executivo. Na verdade, o arquiteto é o profissional que projeta e planeja, que se envolve desde a concepção, o primeiro risco, até a entrega da obra. É atribuição desse profissional, portanto, fazer o projeto executivo ou projeto completo. O que inclui coordenar e compatibilizar os projetos complementares, muitos deles feitos por arquitetos, mas igualmente por engenheiros, conforme a especificidade do trabalho.
6. A senadora sustenta que cabe ao projeto arquitetônico demonstrar que uma determinada obra de engenharia está em harmonia com o espaço onde ela se situará. É um erro grosseiro mencionar a obra antes do projeto. O espaço onde o empreendimento se situará deve pré-determinar o conceito do mesmo. E um projeto arquitetônico não se restringe a dar forma a uma obra, mas sim a definir sua implantação, as soluções estrutural e construtiva, os percursos e pré-dimensionamento das instalações prediais, o tipo e a necessidade (ou não) de sistemas artificiais de climatização etc. São muitos os seus detalhes.
7. A senadora sustenta também que “contratação integrada”, permitida pelo RDC, se traduz em “uma economia de tempo que se reflete numa economia de recursos muito expressivos para a Administração Pública”. A realidade dos atrasos e aditivos das obras dos aeroportos e de mobilidade urbana previstas para a Copa do Mundo, em significativa parte contratadas com o uso do RDC, a desmente.
8. O CAU/BR entende e concorda com a necessidade de darmos maior velocidade às obras públicas, pois o País precisa acelerar. Acreditamos,
porém, que o ganho da velocidade não se mensura no prazo da licitação e sim no final da obra. E só um bom projeto garante isso. Não adianta festejarmos o início das obras, como querem os defensores da MP 630/13, temos que comemorar é o seu final, a entrega no prazo correto, no custo previsto e com a qualidade desejada.
Fonte: www.iab.org.br
Na foto abaixo, ladeado pelo presidente do SARQ-GO, Garibaldi Rizzo, o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), Haroldo Pinheiro.
Resultado do Edital de Patrocínio será divulgado dia 30 de maio
O CAU/GO informa que o resultado do Edital de Patrocínio será divulgado no dia 30 de maio, depois dos projetos serem analisados em Plenária, agendada para o dia 28 de maio. Os recursos, no valor de R$ 90 mil, estão destinados a patrocinar eventos, como feiras, encontros profissionais, palestras, cursos, conferências, seminários, congressos, premiações e atividades afins; publicações de livros ou outras obras, cujos conteúdos colaborem para fomentar a Arquitetura e o Urbanismo e disseminar informações relevantes para o segmento; produções audiovisuais e exposições. Serão selecionados projetos que tenham data de execução prevista até 30 de novembro de 2014.
Fonte: http://www.caugo.org.br
CURSOS
CURSO OSRAM: "ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL". EM
SÃO PAULO
15/05/2014 - 15/05/2014
15/05/2014 - 15/05/2014
Neste curso, o
participante tem uma visão geral sobre a maneira mais adequada de iluminar os
mais variados ambientes residenciais. Além disso, o objetivo é auxiliar os
alunos na elaboração de projetos que valorizem tendências no conhecimento de
soluções inovadoras e atualização de conceitos para melhor atender às
necessidades do mercado. Com Silvia Bigoni, arquiteta, consultora autônoma na
área de iluminação e comunicação, e professora.
Inscrições: limitadas
a 50 pessoas, no valor de R$ 150. Saiba mais: http://cursos-br.osram.info
Local:
Osram Light Studio
Endereço:
Avenida dos Autonomistas, 4229 - Osasco – SP
CURSO "ACÚSTICA ARQUITETÔNICA: QUESTÕES CONCEITUAIS E PRÁTICAS DE
PROJETO". EM SÃO PAULO
16/05/2014 - 16/05/2014
16/05/2014 - 16/05/2014
Organizado pela
PróAcústica e ministrado pelo arquiteto Nelson Solano Vianna, o curso abordará
os problemas básicos da acústica nas edificações a fim de orientar os
profissionais das áreas de engenharia e arquitetura, transmitindo conceitos
básicos de acústica, além de estimular os participantes a buscar formação
complementar na área.
Com 8 horas de duração
e um investimento de 550 reais, as aulas acontecem às quartas e sextas-feiras.
Para mais informações
e inscrições, acesse www.proacustica.org.br
Local - Station Centro de Treinamento -
Av. Dr. Cardoso de Mello, 1491 - Vila Olímpia - São Paulo
Horário: 8h às 18h
CARTA AO PREFEITO DE GOIÂNIA
Durante o lançamento do Programa Cidades Sustentáveis, ontem aqui em Goiânia, o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas de Goiás distribuiu entre o público presente a cópia de um documento endereçado ao Prefeito Paulo Garcia, onde o SARQ-GO manifesta publicamente uma maior valorização da categoria.
Segue a íntegra do documento:
Senhor Prefeito,
O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado de Goiás deseja ser parceiro da Prefeitura de Goiânia na busca pela melhoria da qualidade de vida de sua população.
Para viabilizar os resultados técnicos que favoreçam atingir os conceitos de Sustentabilidade, ressaltamos a importância do papel do profissional Arquiteto, Urbanista e Engenheiro.
É com respeito que nos dirigimos ao senhor para colocar uma situação que, sabemos, vem ocorrendo a longo tempo, porém que, afirmamos não ser mais possível persistir! Consternados, queremos destacar a situação dos Analistas em Obras e Urbanismo (Arquitetos e Engenheiros) da Prefeitura de Goiânia.
Ressalta-se aqui o quão penosa é a trajetória destes profissionais até chegarem ao ponto de uma contratação e efetivação em um cargo público.
E, como se não bastasse, a jornada de aprendizado ao longo de uma vida, ainda torna se necessário provar e comprovar sua competência e conhecimento através das seleções dos concursos públicos. É justo! É a Lei!
Ora, em muitas das vezes, o profissional recém-empossado já acumula títulos, experiência e vivência na profissão que podem e devem ser revertidos em grandes benefícios para a população.
Hoje a remuneração realizada pela Prefeitura de Goiânia é proporcional a um terço do piso salarial, que é promulgado por lei (Lei 4.950-A de 22 de abril de 1966) para essas categorias profissionais para uma jornada de trabalho de seis horas. E isso representa pouco mais de dois salários mínimos mensais.
Destacamos as inúmeras funções que estes profissionais desempenham dentro da prefeitura: no planejamento, na criação e na execução de todos os setores que envolvem a construção e a manutenção do ambiente construído e do ambiente natural, ou seja, elaboração de projetos gráficos, análises técnicas, aprovações, pareceres técnicos, relatórios técnicos, vistorias técnicas, representações técnicas, reuniões técnicas, execução de obras, e, tantas outras funções às quais somos convocados.
E é neste sentido, que o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado de Goiás coloca a situação destes profissionais que tanto contribuem para a construção de uma vida melhor para as comunidades e os seus cidadãos. Todos têm consciência da importância destes profissionais para o desenvolvimento da cidade e do Município de Goiânia, bem como do seu compromisso para que o desenvolvimento beneficie também as gerações futuras (sustentabilidade).
É com esta consciência de que desempenhamos um papel fundamental para pensar nossa cidade que pedimos uma ação imediata por parte dos dirigentes para que seja criado um Plano de Cargos e Salários aonde os arquitetos urbanistas e os engenheiros possam ser remunerados de forma justa e digna.
Que nosso valor seja reconhecido para que possamos lutar e construir uma cidade melhor!
Garibaldi Rizzo
Presidente do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado de Goiás
Durante o lançamento do Programa Cidades Sustentáveis, ontem aqui em Goiânia, o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas de Goiás distribuiu entre o público presente a cópia de um documento endereçado ao Prefeito Paulo Garcia, onde o SARQ-GO manifesta publicamente uma maior valorização da categoria.
Segue a íntegra do documento:
Senhor Prefeito,
O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado de Goiás deseja ser parceiro da Prefeitura de Goiânia na busca pela melhoria da qualidade de vida de sua população.
Para viabilizar os resultados técnicos que favoreçam atingir os conceitos de Sustentabilidade, ressaltamos a importância do papel do profissional Arquiteto, Urbanista e Engenheiro.
É com respeito que nos dirigimos ao senhor para colocar uma situação que, sabemos, vem ocorrendo a longo tempo, porém que, afirmamos não ser mais possível persistir! Consternados, queremos destacar a situação dos Analistas em Obras e Urbanismo (Arquitetos e Engenheiros) da Prefeitura de Goiânia.
Ressalta-se aqui o quão penosa é a trajetória destes profissionais até chegarem ao ponto de uma contratação e efetivação em um cargo público.
E, como se não bastasse, a jornada de aprendizado ao longo de uma vida, ainda torna se necessário provar e comprovar sua competência e conhecimento através das seleções dos concursos públicos. É justo! É a Lei!
Ora, em muitas das vezes, o profissional recém-empossado já acumula títulos, experiência e vivência na profissão que podem e devem ser revertidos em grandes benefícios para a população.
Hoje a remuneração realizada pela Prefeitura de Goiânia é proporcional a um terço do piso salarial, que é promulgado por lei (Lei 4.950-A de 22 de abril de 1966) para essas categorias profissionais para uma jornada de trabalho de seis horas. E isso representa pouco mais de dois salários mínimos mensais.
Destacamos as inúmeras funções que estes profissionais desempenham dentro da prefeitura: no planejamento, na criação e na execução de todos os setores que envolvem a construção e a manutenção do ambiente construído e do ambiente natural, ou seja, elaboração de projetos gráficos, análises técnicas, aprovações, pareceres técnicos, relatórios técnicos, vistorias técnicas, representações técnicas, reuniões técnicas, execução de obras, e, tantas outras funções às quais somos convocados.
E é neste sentido, que o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado de Goiás coloca a situação destes profissionais que tanto contribuem para a construção de uma vida melhor para as comunidades e os seus cidadãos. Todos têm consciência da importância destes profissionais para o desenvolvimento da cidade e do Município de Goiânia, bem como do seu compromisso para que o desenvolvimento beneficie também as gerações futuras (sustentabilidade).
É com esta consciência de que desempenhamos um papel fundamental para pensar nossa cidade que pedimos uma ação imediata por parte dos dirigentes para que seja criado um Plano de Cargos e Salários aonde os arquitetos urbanistas e os engenheiros possam ser remunerados de forma justa e digna.
Que nosso valor seja reconhecido para que possamos lutar e construir uma cidade melhor!
Garibaldi Rizzo
Presidente do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado de Goiás
terça-feira, 13 de maio de 2014
CIDADES SUSTENTÁVEIS
O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas de Goiás estará presente hoje (13/05) em um importante evento promovido pela Prefeitura de Goiânia em parceria com o SINDUSCON-Goiás. Será a partir das 17 horas no Auditório Eli Forte/OAB.
Segundo Garibaldi Rizzo, "o evento possibilitará a discussão de assuntos e estratégias de sustentabilidade para os próximos 20 anos em Goiânia".
O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas de Goiás estará presente hoje (13/05) em um importante evento promovido pela Prefeitura de Goiânia em parceria com o SINDUSCON-Goiás. Será a partir das 17 horas no Auditório Eli Forte/OAB.
Segundo Garibaldi Rizzo, "o evento possibilitará a discussão de assuntos e estratégias de sustentabilidade para os próximos 20 anos em Goiânia".
quarta-feira, 7 de maio de 2014
10
CURIOSIDADES SOBRE O MAIOR ARRANHA-CÉU DO PLANETA
KINGDOM TOWER TERÁ QUASE MIL METROS DE ALTURA
Projetado por
Adrian Smith em parceria com o escritório Gordon Gill Architecture, a Kingdom
Tower será o primeiro edifício a atingir a marca de mil metros de altura,
ultrapassando o Burj Khalifa - arranha-céu em Dubai com 828 metros - como a
mais alta construção do planeta.
Mas há uma
série de outros fatores que surpreendem sobre o edifício em construção na
Arábia Saudita, e o site Architizer listou dez deles.
1.A torre terá o mirante mais alto do mundo, com uma
varanda circular de 30 metros de diâmetro, em balanço.
2.
O edifício é tão alto que foi impossível, para os arquitetos,
apresentá-lo de maneira realista em um único render. Apenas as plants, cortes e
elevações conseguem exibir o projeto completo.
3.
As estacas da fundação têm até três metros de diâmetro, e podem
chegar a até 110 metros de profundidade.
4.
Para vencer o vento e a gravidade, o volume esguio tem três
lados e lembra um cone alongado.
5.
A volumetria é inspirada na natureza. Os três planos da fachada
lembram pétalas, enquanto o perfil da base remete a folhas dobradas.
6.
A base do edifício terá áreas semipúblicas, como centros de
compra, mas será cortada por vias de tráfego e sistemas de transporte coletivo.
7.
A torre terá 12 escadas rolantes e 59 elevadores, que atingirão
a maior velocidade do gênero: 72 km/h.
8.
O sistema de fachadas é de alto desempenho, incluindo vidros de
baixa condutividade, que minimizarão o consumo de energia, reduzindo as cargas
térmicas.
9.
Entre os ambientes de uso e as fachadas, o edifício terá pátios
com vista panorâmica para seus três lados.
PRESIDENTE DO SARQ-GO PUBLICA MAIS UM ARTIGO SOBRE A REGIÃO METROPOLITANA DE GOIÂNIA
No último artigo da série sobre a Região Metropolitana de Goiânia, Garibaldi Rizzo aborda diversos aspectos culturais, geográficos e econômicos do Município de Aparecida de Goiânia.
Todos os artigos sobre a Região Metropolitana de Goiânia publicados pelo presidente do Sarq-GO no Jornal Diário da Manhã vão compôr um livro que em breve será editado.
O material já está sendo preparado, bem como um projeto gráfico inovador.
"Meu objetivo é que o material seja didático, rico em informações e que agrade a todos os públicos", diz Garibaldi Rizzo.
O material já está sendo preparado, bem como um projeto gráfico inovador.
"Meu objetivo é que o material seja didático, rico em informações e que agrade a todos os públicos", diz Garibaldi Rizzo.
Para você ter acesso ao arquivo completo desse artigo, basta acessar: http://www.dm.com.br/jornal/#!/view?e=20140507&p=23
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